Novos detalhes do sequestro da menina de 12 anos que foi levada para o Maranhão surgiram nesta quarta-feira (15/03).
De acordo com a delegada Elen Souto, da Delegacia de Descoberta de Paradeiros do Rio de Janeiro (DDPA), a menina narrou aos policiais maranhenses que Eduardo da Silva Noronha, de 25 anos, planejou a ida dela para o Nordeste e chegou a falsificar um documento de identidade para a criança que afirmava que ela seria irmã dele (o documento teria tinha a mesma filiação para ambos).
A estratégia seria para driblar possíveis paradas policiais ou de outras autoridades durante a viagem de 3,1 mil quilômetros de distância entre os dois estados.
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"Esse documento era um meio de justificar a presença daquela criança em um carro cortando o Brasil", contou a delegada.
Ela explicou ainda que esse documento não foi encontrado na quitinete em que a menina estava presa, mas, caso seja localizada, Eduardo poderá responder ainda por falsificação de documentos.
Ele já tem inquérito aberto no Maranhão em que é investigado por sequestro, cárcere privado e estupro de vulnerável - quando se comete ato de natureza sexual com menor de 14 anos.Polícia quer saber quem dirigiu até o Maranhão
O homem confessou à polícia que a beijou a menina, mas negou ter tido relação sexual com ela. A menina deve ser submetida a exame de corpo de delito ainda no Maranhão para que a polícia apure se houve a conjunção carnal.
A polícia ainda apura se a viagem foi feita por meio de aplicativode transporte individual ou se foi combinada diretamente com um motorista.Volta ao Rio deve acontecer na quinta
O pai da menina, Alessandro Santana, embarcou nesta quarta-feira (15) para São Luís, no Maranhão, para buscar a filha, que está abrigada na Casa da Mulher Brasileira - um centro de referência no atendimento a mulheres em situação de violência em São Luís.
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Ele foi acompanhado de uma invstigadora da Polícia Civil, que deverá cuidar da segurança e bem-estar dos dois na volta ao Rio de Janeiro.
Fonte: G1