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Suspeitos de matarem fã de Taylor Swift tinham sido soltos na sexta
Foto: Reprodução

A polícia já conseguiu prender dois homens acusados do crime e busca um terceiro. Um deles estava com o documento de soltura no bolso

A polícia do Rio de Janeiro conseguiu prender dois suspeitos de matarem o estudante de engenharia e fã de Taylor Swift, Gabriel Mongenot Santana Milhomem, de 25 anos, a facadas, na madrugada deste domingo (19/11). E o que chamou a atenção dos agentes foi que ambos haviam sido detidos em flagrante na sexta-feira (17/11) pelo furto de 80 barras de chocolate e liberados horas antes de cometerem o crime.


De acordo com o G1, os dois passaram por uma audiência de custódia no sábado (18/11), menos de 12 horas antes de esfaquearem o rapaz nas areias da Praia de Copacabana, e foram liberados pelo juiz de plantão. Eles, inclusive, já têm ficha criminal por cometerem outros crimes. Segundo a polícia, um deles estava com o documento de liberação da prisão no bolso.


Anderson Henriques Brandão, confessou participação no crime. Ele tem 14 anotações criminais. Alan Ananias Cavalcante também foram levados pelos agentes de segurança pública.

 

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Logo depois, a fã deu mais detalhes sobre as duas idas ao setor de atendimento: “Na primeira ida ao posto médico, a moça responsável me disse que eu não estava com queimadura. Na segunda, quando já voltei com mais bolhas, ela reclamou porque eu estava lá de novo e precisavam acelerar o posto médico”.

 

Em seguida, ela deu mais detalhes: “O médico responsável levantou minha perna para uma querida que precisava confirmar a informação para o chefe de segurança da Taylor e disse que eu estava com feridas, escoriações… Até que, com muita insistência, ele confirmou a queimadura”.


Anastasia Kloster aproveitou o post para desabafar: “Estou assim por falha de organização na entrada. Ingressos VIP caríssimos e recebemos isso. Só Deus sabe a dor que eu senti naquele ferro quente! Fora as costas queimadas também”.

 

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Em outra publicação, ela contou mais sobre a queda: “Eu caí porque acabei tropeçando em razão da fraqueza depois de horas na fila, mas no posto havia muitos com queimaduras por terem sentado no chão sem saber da temperatura e por terem sido empurrados contra a grade”, disse ela, que publicou algumas fotos da chapa que causou os ferimentos. 

 

Fonte: Metrópoles

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