Durante a campanha nas eleições de 2022, Tarcísio criticou o uso do equipamento
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) , declarou nesta quinta-feira (5) que estava “completamente errado” sobre críticas ao uso de câmeras corporais por agentes da Polícia Militar do estado durante o serviço. Pressionado, ele disse estar “convencido” de que o equipamento é em prol da proteção da sociedade.
“Hoje, eu estou absolutamente convencido que é um instrumento de proteção da sociedade e do policial. Vamos não só manter o programa como ampliá-lo e tentar trazer o que tem de melhor em termos de tecnologia”, disse o governador em entrevista à jornalistas.
Na campanha eleitoral de 2022, Tarcísio chegou a dizer que acabaria com os equipamentos acoplados aos uniformes da PM , alegando que os agentes tinham que "perceber que o estado está do lado dele".
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Neste ano, um edital publicado pelo governo de Tarcísio pretendia substituir cerca de 10 mil câmeras existentes por outros 12 mil equipamentos de um modelo que permitiria o acionamento voluntário pelo próprio policial
De acordo com especialistas em segurança pública, o modelo recomendado é o de câmeras automáticas e ininterruptas,de modo que o agente não possa evitar que uma eventual abordagem que contraria as regras da corporação deixe de ser registrada em vídeo. Na época, o governador declarou que o modelo seria um gasto desnecessário para acumular "imagem que não serve para nada".
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Em abril, a Defensoria pediu que o Supremo Tribunal Federal (STF) analisasse o uso do equipamento no estado. O governo paulista firmou um compromisso com a Corte para atender aos requisitos da portaria do Ministério da Justiça e evitar que a solicitação prosperasse judicialmente.
Fonte: Portal iG