Fruto de uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa em parceria com o Instituto Vivo, a audiodescrição passou a fazer parte de espetáculos e apresentações do Teatro Amazonas, a partir do 18º Festival Amazonas de Ópera, em 2009. A experiência foi a porta de entrada para outros eventos de grande porte, como o Festival de Parintins e o Festival de Cinema.
Segundo a audiodescritora, Laila Lopes, a rotina e a programação da cultura passaram a ter um olhar mais abrangente, principalmente para incluir as pessoas com deficiência nesse quadro cultural.
O recurso da audiodescrição proporciona o acesso à informação a diferentes públicos, seja pessoas com deficiência visual, como também a pessoas com deficiência intelectual e com dislexia.
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"A Biblioteca Braille já existia, mas foi somente depois do contato com a audiodescrição, de maneira mais abrangente, que conseguiram implantar dentro da secretaria, um setor específico com a preocupação em promover acessibilidade para pessoas com deficiência nos grandes eventos", conta Laila.

Foto: Marcio James (Secretaria de Cultura e Economia Criativa)
Além do Teatro Amazonas, diversos centros culturais são adaptados para receber pessoas com deficiência, como o Museu Casa Eduardo Ribeiro, Centro Cultural dos Povos da Amazônia, Centro Cultural Palácio da Justiça e Usina Chaminé.

Foto: Marcio James (Secretaria de Cultura e Economia Criativa)
De acordo com o secretário Marcos Apolo Muniz, o principal objetivo é dar condições de acesso aos espaços e atividades artísticas e culturais.
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“O Departamento de Inclusão da Pessoa com Deficiência desenvolve programas de inclusão, de formação e preparação artística e técnica, além de oferecer serviços de acesso a bens culturais materiais e imateriais. É muito importante que todos tenham a oportunidade de consumir cultura e arte, sem barreiras físicas ou comunicacionais”, conclui o titular da pasta.