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Terra indígena mais desmatada de 2022 teve queda de 98% do desmatamento no 1º semestre, diz ISA
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A terra indígena Apyterewa, campeã em desmatamento em 2022, registrou queda de 98% de desmatamento no primeiro semestre deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. O monitoramento é do Instituto Socio Ambiental.

 

Outras três terras indígenas da bacia do Xingu que estão entre as mais desmatadas do país apresentaram redução semelhante: Cachoeira Seca (98%), Trincheira Bacajá (98%) e Ituna Itatá (99%). Os dados são do sistema de monitoramento por satélite SIRAD X.

 

De forma geral, o desmatamento no Xingu caiu 52% no primeiro semestre de 2023, em comparação com ano anterior. A queda interrompe a tendência de alta dos últimos cinco anos, período em que a bacia perdeu uma área de floresta o equivalente a sete cidades do Rio de Janeiro de floresta.

 

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Nas Unidades de Conservação, o desmatamento passou de 34,9 mil hectares entre janeiro e junho de 2022 para 4,9 mil no mesmo período deste ano. As UCs Floresta Estadual do Iriri e Floresta Nacional de Altamira apresentaram ambas reduções no desmatamento 99%.

 

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Apesar da queda no desmatamento, o Instituo afirma que o garimpo segue atuante e de maneira crítica na região, com novas áreas de exploração. 

 

Fonte: G1

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