Partida nos EUA teve apenas 16 minutos
Um time de basquete feminino de escola de Massachusetts (EUA) disse ter sido forçado a abandonar um jogo depois que uma atleta trans do time adversário "deixar três jogadoras suas contundidas" durante disputas de bola. O episódio ocorreu em 8 de fevereiro.
O time da Charter School of Lowell enfrentava o do KIPP Massachusetts quando as atletas sofreram as contusões. A direção técnica da escola alegou que outras atletas, que estavam no banco, passaram a se recusar a entrar em quadra temendo também ficarem contundidas e perder os playoffs, que aconteceriam alguns dias depois.
"O banco já estava esgotado no início do jogo. Do elenco de 12 jogadoras, quatro estavam impossibilitadas de jogar", disse o porta-voz da Collegiate Charter School, Casey Crane.
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"Quando o treinador viu mais três contusões no primeiro tempo, deixando-o com cinco jogadores, ele pediu para encerrar o jogo mais cedo. Os playoffs da Charter School estavam se aproximando e ele precisava de um banco saudável e robusto em quatro dias", completou ele.
O time da Charter School deixou a quadra apenas 16 minutos (de um total de 40) após o início da partida. Kyle Pelczar, diretor esportivo da Charter School, disse ao "Daily Item" que o motivo da desistência não fora a atuação da atleta trans, que é mais alta que as oponentes e é descrita por adversárias como "uma jogadora com pelos no rosto".
"Na partida disputada em casa, nada tinha acontecido", declarou.
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Foto: Reprodução
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A direção da KIPP Massachusetts reforçou a sua defesa da participação da sua atleta trans nas competições.
Fonte: Extra