Mais intenso que a TPM, esse transtorno leva mulheres à situações extremas.
A TPM, normalmente, é um período complicado para a mulher. No entanto, para algumas mulheres, esse período pode ser ainda mais difícil. O transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM) é grave! E, de acordo com o portal GZH, atinge até 8% das mulheres. Além da raiva, principal característica do transtorno, outros sintomas corporais atingem as pacientes.
O QUE É A TDPM?
Tal qual a tensão pré-menstrual (TPM) comum, o transtorno disfórico pré-menstrual ocorre dias antes da menstruação, no entanto, esse fenomêno é caracterizado por sua intensidade, causando alterações de humor extremas, alta irritabilidade e sinais ansiosos e depressivos que podem interferir diretamente na rotina da mulher.
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Em entrevista ao portal Drauzio Varella, Ligia Santos, ginecologista e obstreta, afirmou que ainda não se sabe as causas da TDPM, no entanto, é possível afirmar que existe uma relação entre o transtorno e à flutuação hormonal, especificamente dos hormônios ligados ao ovário, que são o estrogênio e a progesterona, que atuam em nível cerebral e mexem com neurotransmissores que causam as alterações emocionais.
COMO SABER SE SOFRO DE TDPM?
O diagnóstico da doença é clínico, ou seja, não existe a necessidade de exame. Diversos sintomas estão ligados ao transtorno disfórico pré-menstrual, sendo os principais:
cansaço;
dor de cabeça;
dor nas mamas;
inchaço;
aumento do volume abdominal;
ansiedade;
humor deprimido;
irritação e até mesmo alguns sinais mais graves, como tendências suicidas.
Ao sentir os sintomas de maneira intensa pelo menos uma semana antes da menstruação, a paciente deve procurar o médico.
COMO É FEITO O TRATAMENTO
O tratamento, de acordo com a especialista, varia de paciente para paciente.
"A gente pode tomar medidas não medicamentosas em casos que são mais leves, fazer mudanças de rotina no período pré-menstrual, você estudar o seu ciclo para saber quais são as fases em que você vai estar nesse período de mais sensibilidade, eventualmente evitar alguns possíveis gatilhos", contou Ligia.
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Arquivista pela Universidade Federal Fluminense (UFF), aluno de Jornalismo na Faculdades Integradas Hélio Alonso (FACHA), e redator, acredita na cultura como instrumento de transformação. Apaixonado por fotografia, histórias e estórias.
Fonte: Seleções