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Três ex-ministros do TSE advogam contra presidente do PRTB de Marçal
Foto: Reprodução/Internet

Três ex-ministros do TSE defendem a viúva de Levy Fidelix, fundador do PRTB, contra o atual presidente do partido, aliado de Pablo Marçal

Três ex-ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) representam a dirigente Aldinea Rodrigues Fidelix da Cruz, do PRTB, numa disputa interna contra o atual presidente do partido, Leonardo Avalanche. A viúva de Levy Fidelix, fundador da legenda, afirma que o gestor descumpriu acordos e pleiteia assumir a vice-presidência da sigla e a anulação de ações do grupo adversário.

 

Os ex-ministros que advogam para Aldineia no TSE são Carlos Horbach (2017-2023), Carlos Eduardo Caputo Bastos (2000-2008) e Sérgio Banhos (2017-2023). Apesar da disputa com Avalanche, a família de Aldineia já garantiu que a guerra não afetará a candidatura de Pablo Marçal à Prefeitura de São Paulo.

 

“Isso não ameaça a candidatura de Marçal, é outra coisa partidária, interna. O Marçal não vai cair, não vai ser derrubado por nós”, diz a filha de Aldineia, Lívia Fidelix. Ela é candidata a vereadora em São Paulo, também pelo PRTB.

 

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A ação de Aldineia fala em “suspensão de atos convencionais advindos dos estados sob a liderança política” do grupo de Avalanche, especificamente em São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Espírito Santo (ES), Roraima (RR) e Rio Grande do Norte (RN), mas deixa aberta a chance de as decisões serem mantidas, desde que haja negociação.

 

Aldineia e Avalanche disputaram a presidência do PRTB em chapas diferentes, mas chegaram a um entendimento para a votação, que aconteceu em fevereiro deste ano. Diz a viúva de Levy Fidelix que o acordo previa que ela ocuparia cargo de vice-presidente, o que não foi cumprido.

 

Avalanche foi eleito com Rachel de Carvalho como primeira-vice, mas ela deixou a legenda, acusando o atual presidente de forçar a renúncia de integrantes do diretório.

 

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O processo de Aldineia corre no TSE, mas a presidente da Corte, Carmen Lúcia, negou um pedido de liminar que suspenderia os atos dos diretórios. O mérito do processo, porém, ainda será analisado pelos ministros.

 

Fonte: Metrópoles

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