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Tribunal de Justiça do Amazonas decreta prisão de família de Djidja Cardoso e funcionários de salão. VEJA VÍDEOS
Foto: Reprodução

O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) determinou a prisão preventiva de Cleusimar Cardoso e Ademar Farias, mãe e irmão, respectivamente, da ex-item do Boi Garantido, Dilemar Cardoso Carlos da Silva, a Djidja Cardoso, além de três funcionários do salão de beleza, onde Djidja era sócia, o Belle Femme, são eles, Verônica da Costa Seixas, Marlisson Vasconcelos Dantas e Claudiele Santos da Silva.

 

O mandado foi expedido nessa quarta-feira, 29, pela central de plantão criminal do TJAM. Além da prisão, a Justiça determinou a busca e apreensão na residência dos familiares da ex-item do Boi Garantido.

 

Os crimes listados no mandado de prisão são “estupro“, “associação para o tráfico de drogas” e “venda de drogas“. O documento, no entanto, não especifica os crimes pelos quais cada um dos citados é investigado, mas, ao irmão de Djidja, são mencionadas as seguintes tipificações penais: Artigo 213 da Lei 2.848, que fala sobre “estupro”; Inciso 1°, Artigo 35, da Lei 11.343, referente à associação criminosa; e Inciso 1°, Artigo 35, da Lei 11.343, sobre tráfico de drogas.

 

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Os alvos do mandado de prisão:

 

Ademar Farias Cardoso Neto, irmão de Djidja Cardoso;


Cleusimar Cardoso Rodrigues, mãe de Djidja Cardoso;


Verônica da Costa Seixas, gerente do salão de beleza Belle Femme;


Marlisson Vasconcelos Dantas, cabeleireiro do salão de beleza Belle Femme;


Claudiele Santos da Silva, maquiadora do salão de beleza Belle Femme.

 

VEJO O CASO:

 

A ex-sinhazina do Boi Garantido Djidja Cardoso faleceu na manhã da última terça-feira (28) em Manaus, aos 32 anos.

 

Empresária e proprietária do salão BelleFemme, Djidja ficou conhecida como Sinhazinha da Fazenda do boi Garantido por cinco anos, defendendo o item 7 por quatro festivais: de 2016 a 2019.

 

Ela deixou o posto no final de 2020, após a mudança de gestão no Garantido. Na mensagem de despedida, Didja afirmou que deixou o posto, mas que continuava torcendo pelo Boi da Baixa do São José. “Hoje, olhando para essas fotos com lágrimas nos olhos, comunico minha mudança de item 7 para item 19 (galera)”, postou Didja, dizendo que realizou um sonho de menina ao ser sinhazinha do Garantido.

 

Foto: Reprodução/Facebook

 

A morte da empresária trouxe à tona conflitos familiares que, até então, só eram conhecidas nos “bastidores”. No Facebook, a também empresária Cleomar Cardoso, tia de Djidja Cardoso, responsabilizou a mãe da ex-sinhazinha, Cleusimar Cardoso, e funcionários do salão de beleza Belle Femme de Manaus por omissão de socorro por impedirem familiares de internarem a vítima, que era dependente química. Djidja Cardoso era proprietária da unidade do empreendimento em Manaus.

 

Familiares afirmam que a Djidja, a mãe dela, Cleusimar, e o irmão, Ademar Cardoso, assim como uma cunhada da empresária, faziam uso de substâncias ilícitas em uma espécie de ritual, acreditando que conseguiam transcender e se conectar com seu verdadeiro eu e com o além, além de se curarem de doenças e mazelas. Para alcançar uma “catarse”, eram usadas drogas e medicamentos.

 

Drogas encontradas na casa da família de Djidja Cardoso

 

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Foto: Reprodução/Instagram

 

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