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Tropa de choque bolsonarista não tem narrativa para caso das joias, diz deputada Luciene Cavalcante. VEJA VÍDEO
Foto: Reprodução

A deputada federal Luciene Cavalcante (PSOL-SP) concedeu entrevista ao programa Fórum Onze e Meia desta quinta-feira (30). A parlamentar comentou o caso das joias e das armas descaminhadas de Jair Bolsonaro e os pedidos de investigação feitos pelo mandato.

 

As investigações sobre os casos das joias, relógios e armas de Bolsonaro estão sendo avaliadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) após diversos pedidos enviados pela deputada.

 

 “O único caso em que a gente conseguiu que ele fosse chamado para depor, para que ele tivesse que ressarcir e apresentar provas, foi o caso das joias das arábias e das armas”, disse a parlamentar. “Nas duas ações, ele está sendo investigado e teve que devolver. E foram ações do nosso mandato, a gente entrou com o pedido no dia 7 de março”, disse.

 

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Ontem, a deputada também fez um pedido ao TCU exigindo que o bunker de Nelson Piquet, apontado como esconderijo para relógios e outros itens de luxo, fosse alvo de um mandado de busca e apreensão.

 

Um dos grandes trunfos de Luciene é que a base de apoio do bolsonarismo não conseguiu articular uma narrativa sobre o caso. “O caso das joias ainda não tem uma narrativa”, disse a parlamentar.

 

A parlamentar acredita que o caso das armas seja ainda mais danoso ao ex-presidente do que as joias ou relógios. “Ele também vai ter que no caso das armas, que também é descaminho e peculato, e ainda tem o adicional de usar de armas de uso restrito. Isso configura tráfico internacional de armas", disse.


Para ela, é curioso que Bolsonaro - que foi acusado de tantos crimes - seja pego pela Receita Federal, tal qual um famoso mafioso ítalo-americano. “Esse caso me lembra o Al Capone. Ele cometeu diversos crimes, mas foi pego pelo Fisco, e ele é preso e responsabilizado pelo Fisco", disse.

 

A parlamentar também afirma que chegou a fazer pedidos para a embaixada da Arábia Saudita, que se recusou a prestar esclarecimentos alegando não ter como se comunicar em português.

 

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Fonte: Revista Fórum

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