Maxwell foi dado como desaparecido no dia 3 e no dia 4 carro foi encontrado com manchas de sangue no ramal da rodovia AM-010
O motorista de aplicativo Maxwell da Costa Barroso, 35, forjou o próprio desaparecimento no dia 3 deste mês, mas a polícia já descobriu que tudo não passou de uma farsa, para fugir de dívidas que ele contraiu com agiotas em Manaus.
O caso ficou sendo investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) e já está confirmado que o motorista de aplicativo fugiu da capital amazonense e foi se esconder na cidade de Santarém, Estado do Pará.
Para forjar o próprio desaparecimento Maxwell contou com a cumplicidade da própria esposa Simone Barroso, 25, e de um amigo, também motorista de aplicativo identificado como “Josafá”, que também vai ser indiciado por falta comunicação de crime.
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A esposa Simone, solicitou divulgação aos amigos de
Maxwell, até nas redes sociais como parte da farsa
No mesmo dia 3 a esposa e o amigo do motorista de aplicativo, estiveram em uma Delegacia de Polícia e comunicaram que Maxwell Barroso, desapareceu na noite daquela data, após aceitar uma corrida para um ramal na Rodovia AM-010.
O carro alugado que o motorista de aplicativo usava para trabalhar, foi encontrado em área de mata, com manchas de sangue e tudo levava a crer que Maxwell havia sido vítima de um crime, supostamente um latrocínio (roubo seguido de morte).
Nos dias seguintes, muitos colegas de profissão do motorista de aplicativo, ajudados por familiares e até mesmo mototaxistas, entraram na área de mata onde se situa o ramal, onde o motorista de aplicativo teria ido deixar passageiros, mas ele não foi encontrado.

Polícia já descobriu toda a farsa e que o motorista de aplicativo
fugiu para Santarém no Estado do Pará
O desaparecimento forjado, prejudicou e envolveu até mesmo a Segurança Pública do Amazonas, porque mobilizou o Corpo de Bombeiros Militar, a Companhia Independente de Policiamento com Cães da Polícia Militar (CipCães) que também realizaram buscas.
A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) passou dias investigando o caso, mobilizando uma de suas equipes, que poderia muito bem estar atuando para desvendar e prender assassinos e cúmplices em outros casos brutais.
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A esposa Simone e o amigo Josafá são acusados de
participar do desaparecimento forjado
(Fotos: Divulgação)
Em oito dias de investigações a conclusão da equipe da DEHS foi que o motorista de aplicativo, ajudado pela esposa Simone e o colega de profissão, Josafá, participaram de uma grande farsa, para Maxwell Barroso fugir das dívidas com os agiotas.
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O caso ainda está em desdobramento na DEHS, mas a delegada adjunta Déborah Barreiros, ainda deverá confirmar em entrevista coletiva com a imprensa, se o motorista de aplicativo que tentou enganar a polícia e muitos dos seus amigos, já está preso em Santarém, no Pará.