Pedrinho está na linha de frente do imbróglio do Vasco com a 777 Partners
O litígio entre Vasco e 777 Partners ganhou mais um capítulo nesta quinta-feira. A diretoria do clube e o fundo de investimentos deram entrada nessa quarta-feira no pedido de suspensão da ação na Justiça. Tomada em comum acordo com a A-CAP, seguradora que assumiu o controle do grupo americano, a medida vale por 90 dias. As duas partes ainda solicitaram a suspensão da Arbitragem na câmara da Fundação Getúlio Vargas (FGV) — que deliberaria sobre o litígio — pelo mesmo período. A informação foi publicada primeiramente pelo ge.globo.
A Arbitragem estava em processo de escolha de árbitros. Cada um dos lados indicou o seu representante e um terceiro deveria se escolhido em consenso. O Vasco indicou a advogada Ana Tereza Basílio, e os representantes da 777 escolheram o advogado Maurício Almeida Prado. A FGV ofereceu nomes para o terceiro integrante, mas agora, o processo foi paralisado. E pode até ser encerrado, a depender do andamento das conversas.
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A tendência é que, a partir de agora, Vasco e A-Cap trabalhem em conjunto por uma venda que satisfaça ambos os lados. Ainda quando detinha controle sobre os ativos, a 777 pedia U$S 120 milhões (R$670 milhões na cotação atual), além das responsabilidades do restante do contrato, o que chegaria a R$ 1 bilhão. Maior credora da 777, a A-Cap não tem interesse em seguir com negócios no futebol e busca reduzir seu prejuízo, o que deve reduzir a pedida.
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Até o momento da ação, datada de maio, a 777 já tinha comprado 31% das ações da Vasco SAF, com os aportes já realizados. Outros 30% pertencem ao clube pelo acordo de acionistas. Hoje, é o clube, presidido por Pedrinho, que comanda a SAF.
Fonte: Extra