A mãe falou aos prantos que a filha não era má e quer ficar cara a cara com o assassino e olhando nos seus olhos perguntar porque ele fez isso
O sepultamento da jovem Débora da Silva Alves, 18, ocorrido no final da manhã deste sábado, 5, no Cemitério Parque Tarumã de Manaus, foi marcado pela comoção dos familiares, amigos e principalmente da mãe, Paula Cristina Silva Souza, que pediu justiça e aos prantos repetiu várias vezes “minha filha não merecia isso”.
O velório que antecedeu o sepultamento aconteceu na Igreja da Assembleia de Deus, localizada no bairro do Gilberto Mestrinho, onde a mãe fez o primeiro discurso emocionado e em dado momento afirmou “eu espero que encontrem esse homem, mas não tirem a vida dele. Eu quero ficar cara a cara com ele, olhar nos olhos dele e saber o motivo dele ter feito tanta barbaridade com minha Filha”.
Sempre amparada pelos membros da família e amigos Paula Cristina também declarou “eu esperava encontrar minha filha inteira e não da forma que eu a encontrei. Minha filha era uma menina boa, nunca foi uma menina má. Eu pelo que encontrem esse homem”.
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Um dos momentos comoventes e de muita dor quando
chega o momento do corpo de Debora
ser definivamente sepultado
Gil Romero Machado Batista, pai da criança que Débora carregava na barrida há oito meses, continua foragido e sendo procurado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), onde o delegado titular Ricardo Leite comanda as investigações.
Na última sexta-feira um homem identificado como “Nego” foi preso, confessou participação no assassinato, levou os policiais da DEHS até o local onde estava o corpo de Débora, com os pés cortados e o restante do corpo queimado dentro de um camburão nas matas da Comunidade Parque Mauá, bairro do Mauazinho, Zona Leste de Manaus.

Gil e Nego, os dois monstros que torturaram, cortaram os pés,
assassinaram e queimaram o corpode Debora e do filho de
oito meses que estava em sua barriga (Fotos: Divulgação)
“Nego” também confirmou que Gil Romero participou do assassinato da jovem que esperava um filho dele e como é casado, planejou matar Débora, para que sua mulher não soubesse de seu relacionamento extra conjugal.
As investigações continuam a pleno vapor na DFEHS e qualquer denúncia pode ser feita através do número 181 da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Amazonas (SSP/AM) ou 98118-9535 (DEHS).
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