Kleber Bambam ainda disse que se considera maior que Sabrina Sato e Grazi Massafera
O fisiculturista Kleber Bambam, que ficou em primeiro lugar do BBB 1, em 2002, deu sua opinião sobre a fama de outros participantes do programa, incluindo Sabrina Sato, que esteve no BBB 3, Grazi Massafera, do BBB 5, e Juliette, campeã do BBB 21. No entanto, ele garantiu que é o maior vencedor de todos os tempos.
"A Juliette eu não conheço, só falei que ela não é um fenômeno. É simples: ela tinha 32 milhões de seguidores, hoje tem 30, já perdeu 2 milhões, começa por aí. (...) Não posso julgar como pessoa, estou vendo como artista, o lado profissional", disse.
"Ela não é maior do que eu, nem aqui, nem na China. Tenho certeza de que, [a cada] dez porteiros de prédios, nove não sabem quem é ela. Estou nessa história há 22 anos, sei quem vai durar, são poucos. Quem durou? Sabrina [Sato], Grazi Massafera e Kleber Bambam. Qual o maior de todos? Kleber Bambam. Não é porque sou eu falando de mim, a história fala por si", acrescentou durante participação no programa Sensacional, da Rede TV!.
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No primeiro Big Brother Brasil da história, Bambam ficou conhecido pelo bordão "faz parte" e por ter criado a boneca Maria Eugênia para ter companhia dentro da casa. Ainda hoje, o vencedor da edição se considera um dos maiores entre todos os participantes.

Foto: Reprodução
"Ninguém, na época, viu um cara estourar como eu; só ídolos, Ronaldo Fenômeno, que ganhou a Copa do Mundo, só pessoas que se destacaram absurdamente. Tenho a veia para o meio artístico, mas de todos, que ganharam o Big Brother, não vi estourarem assim", refletiu.
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O fisiculturista, que retornou para o BBB 13 e desistiu após alguns dias, contou que ficou banido da emissora por alguns anos a pedido do diretor da atração. "Quando saí de lá, do [BBB] 13, ele ficou bravo, queria sair na porrada, falou: ‘Você ia ganhar essa porcaria, ia se dar bem’. Ele me bloqueou da Globo por uns três, quatro anos, de 2013 a 2017. Eu ia aos programas e falava: ‘Boninho, você vai ter que me aturar’. Hoje já não tem mais isso", lembrou Bambam.
Fonte: Revista Quem