O ministro do Interior, Justiça e Paz da Venezuela, Diosdado Cabello, revelou a desarticulação de um suposto plano de desestabilização política no país. Segundo Cabello, a conspiração teria envolvimento dos governos dos Estados Unidos e da Espanha, com o objetivo de atacar membros do governo venezuelano, incluindo o presidente Nicolás Maduro.
Mercenários recrutados por agências de inteligência espanholas seriam os responsáveis pelos ataques, e uma quantidade significativa de armas foi apreendida.
Entre os detidos, estão o soldado norte-americano Wilber Joseph Castañeda, acusado de coordenar a operação, além de outros dois cidadãos dos EUA e dois espanhóis, que teriam participado de ataques cibernéticos e ações de inteligência.
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Cabello afirmou ainda que o grupo teria conexões com líderes da oposição venezuelana, mencionando nomes como María Corina Machado e Julio Borges.
As investigações também apontam para o envolvimento de um mercenário checo, cujo caderno de anotações incluía detalhes sobre suas ligações com políticos locais.
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Os governos dos Estados Unidos e da Espanha negaram as acusações no último domingo (15). O Departamento de Estado norte-americano classificou as alegações como falsas, enquanto o Ministério das Relações Exteriores da Espanha confirmou a detenção de dois cidadãos espanhóis, mas negou que fossem agentes de inteligência.
Fonte: On Jornal