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Vereadores quase saíram no tapa após votação polêmica
Foto: Reprodução

O plenário da Câmara do Rio foi incendiado na tarde de ontem pela disputa ideológica. Foi à votação um projeto de autoria da vereadora Marielle Franco, que previa a colocação de cartazes nos prédios públicos informando o direito das mulheres vítimas de violência sexual.

 

Vereadores da direita conservadora não gostaram do texto do cartaz. “Em caso de uma gravidez decorrente de estupro, você tem direito ao aborto permitido por Lei”. Rogério Amorim (PTB) apresentou uma emenda para retirar o alerta sobre o direito ao aborto. Ela foi votada, e aprovada em plenário.

 

Os vereadores Waldir Brazão e Luciano Medeiros quase saíram no tapa na Sala Inglesa — uma dependência contígua ao plenário onde os parlamentares costumam se reunir.

 

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O primeiro acusou o colega de fugir da votação para não se comprometer com qualquer um dos grupos. Tiveram que ser separados por Carlos Bolsonaro.

 

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Por fim, quando viu que o texto havia mesmo sido mutilado, Monica Benício (PSOL), viúva de Marielle, fez uma manobra para derrubar o projeto. Toda a esquerda acabou votando contra, assim como a direita, e a proposta acabou arquivada.

 

Fonte:Extra
 

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