Navio atravessa o Estreito de Ormuz em 19 de março de 2026
Um grupo de 22 países, formado por membros da OTAN e aliados do Oriente Médio, Ásia e Oceania, está preparando uma iniciativa para reabrir o Estreito de Ormuz e garantir a navegação segura de navios, segundo o secretário-geral da aliança, Mark Rutte. O estreito, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial, está fechado pelo Irã desde o início da guerra em 28 de fevereiro.
Rutte afirmou que os países estão trabalhando de forma coordenada para reabrir o estreito o mais rápido possível, mas não detalhou como a operação ocorreria na prática. A presença militar de diversas nações na região aumenta o risco de escalada do conflito, tornando a situação extremamente delicada. Segundo ele, a iniciativa busca atender ao chamado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e implementar sua visão de segurança na região.
Entre os países confirmados no grupo estão os Estados Unidos, Reino Unido, França, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Japão, Coreia do Sul, Austrália e Nova Zelândia. A maioria dos integrantes é composta por aliados da OTAN, e autoridades militares desses países estariam planejando a ação de forma coordenada.
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A fala de Rutte ocorre em meio a críticas de Trump a aliados da OTAN, que teriam reagido negativamente ao pedido de envio de navios militares para apoiar a reabertura do estreito. O episódio reforça os atritos já existentes entre Washington e a União Europeia diante da guerra no Oriente Médio.
Foto: Reprodução
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O fechamento do Estreito de Ormuz gerou preocupação global, pois a interrupção do tráfego de petróleo pode impactar diretamente os preços internacionais e a economia de países dependentes do combustível. A iniciativa coordenada dos 22 países surge como uma tentativa de evitar que o conflito se transforme em uma crise ainda maior no comércio marítimo mundial.