16 de Abril de 2024 - Ano 10
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01/03/2024

A 'cicatriz' de metal que indica que estrela 'devorou' planetas, segundo astrônomos

Foto: Reprodução

Ilustração da anã branca magnética WD 0816-310 com uma cicatriz de metal

Astrônomos no Reino Unido descobriram indícios de que uma estrela podia estar "se alimentando" de planetas e asteroides próximos.Uma espécie de "cicatriz" de metal encontrada na superfície da estrela morta nunca tinha sido vista antes, disse o astrônomo John Landstreet, do centro de pesquisa astronômica do Observatório e Planetário Armagh, na Irlanda do Norte.

 

A cicatriz, que se acredita ter 500 km de comprimento, estava em um remanescente de uma estrela do tamanho da Terra em um sistema solar próximo. A estrela não cria mais energia em seu núcleo, por isso diz se que ela está morta.A estrela anã branca foi nomeada WD 0816-310 pelos astrônomos pesquisadoreLandstreet, coautor do artigo de pesquisa, é membro da equipe que descobriu a primeira anã branca magnética em 1970.

 

"Surpreendentemente, o material não estava misturado uniformemente na superfície da estrela, como previsto pela teoria", disse ele."Em vez disso, esta cicatriz é uma mancha concentrada de material planetário, mantida no lugar pelo mesmo campo magnético que guiou os fragmentos em queda. Nada parecido com isto foi visto antes."

 

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A pesquisa foi conduzida por uma equipe internacional de cientistas usando o Very Large Telescope (VLT) do Observatório Europeu do Sul, baseado no Chile.Com 500 km de comprimento, a cicatriz tem aproximadamente o mesmo tamanho de Vesta – o segundo maior asteroide do nosso sistema solar.Os astrônomos disseram que a força da detecção de metal estava sincronizada com as mudanças observadas no campo magnético da estrela, o que levou a equipe a determinar que a cicatriz de metal estava localizada em um dos polos magnéticos da estrela.

 

Vista aérea de observatório

A pesquisa utilizou o Very Large Telescope (VLT) do

Observatório Europeu do Sul no Chile

(Foto: Reprodução)

 

Isto mostrou que os metais foram canalizados para a estrela pelo seu campo magnético, criando a cicatriz.Stefano Bagnulo, astrônomo do Observatório e Planetário Armagh, disse que era bem sabido que algumas anãs brancas estavam "se alimentando" de pedaços de seus sistemas planetários.

 

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"Agora descobrimos que o campo magnético da anã branca desempenha um papel fundamental neste processo, resultando numa cicatriz na sua superfície", disse ele. 

 

Fonte: Mundo Tec

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