Estratégia separa processos entre Justiça Federal e STF para dar mais agilidade aos casos
A Polícia Federal adotou uma estratégia para acelerar as investigações envolvendo o Banco Master, que estão em andamento em diferentes regiões do país. Diante do grande volume de informações e do número de envolvidos, a corporação optou por descentralizar parte dos processos, mantendo uma parcela das apurações na primeira instância da Justiça Federal.
Nesse modelo, os casos relacionados a prejuízos causados a fundos de pensão estaduais seguem tramitando em varas federais. Já as investigações sobre possíveis crimes contra o sistema financeiro nacional permanecem sob análise no Supremo Tribunal Federal, no gabinete do ministro André Mendonça.
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As operações foram deflagradas em fevereiro de 2026 e apuram suspeitas de gestão temerária envolvendo investimentos de alto valor realizados por fundos públicos. Entre os casos investigados estão aplicações de aproximadamente R$ 400 milhões do Amapá Previdência (Amprev) e R$ 970 milhões do Rioprevidência. As ações foram autorizadas pela 4ª Vara Federal do Amapá e pela 6ª Vara Federal do Rio de Janeiro.
A divisão das investigações tem como objetivo agilizar a análise de processos que não envolvem autoridades com foro privilegiado, permitindo que avancem mais rapidamente na Justiça comum, enquanto o STF concentra esforços nos casos que exigem sua competência.
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Paralelamente, o empresário Daniel Vorcaro, controlador do banco, negocia um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República. A expectativa é que ele apresente novas informações relevantes que ajudem a esclarecer a participação de envolvidos e a estrutura do suposto esquema investigado.