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A população de 1960 era mais magra do que a de 2025? Nutricionista diz que sim e lista 4 motivos; entenda
Foto: Reprodução

Aumento do consumo de alimentos ultraprocessados e a diminuição do sono são algumas das razões

Em primeiro lugar, a especialista pontua o declínio do consumo de refeições caseiras e frescas. “Nos anos 60, essas refeições costumavam ser a regra, não a exceção”, afirma. Eles tradicionalmente incluíam proteína de altíssima qualidade, fruta, pão, alguns vegetais e leite.

 

A população de 1960 era mais magra do que as pessoas em 2025? Segundo pesquisas científicas, a resposta é sim. Em 2024, 43% dos americanos eram considerados obesos, em comparação com apenas 13% na década de 1960.

 

E especialistas confirmam, culpando em primeiro lugar o aumento da ingestão de alimentos ultraprocessados e refeições com mais calorias. O que levaria às grandes taxas de obesidade que encontramos hoje ao redor do planeta e que desencadeiam uma série de problemas de saúde, incluindo doenças cardíacas, diabetes, pressão alta, colesterol alto, doenças do fígado, apneia do sono e certos tipos de câncer.

 

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A nutricionista Autumn Bates, da Califórnia, revelou o que ela acredita estar impulsionando a epidemia de obesidade, detalhando quatro razões pelas quais as pessoas eram mais magras nas décadas passadas, apesar de se exercitarem menos ou não terem acesso a monitores de condicionamento físico como Apple Watches.

 

Bates afirma que o segundo motivo é o aumento dos alimentos ultraprocessados (UPFs) consumidos pela sociedade atual. Esse tipo de alimento é feito com aditivos artificiais, como corantes, adoçantes e conservantes, que aumentam a vida útil. Refeições prontas, sorvetes e ketchup são alguns dos exemplos mais adorados de produtos que se enquadram no termo UPF.

 

"Ultraprocessados são o próximo nível de processamento que realmente diminui a saciedade e faz com que você fique muito menos satisfeito com a comida e, portanto, [você] precisa comer ainda mais. Esses são alimentos que terão principalmente ingredientes que você não reconhece e, normalmente, uma longa lista de ingredientes que você não conseguiria encontrar no supermercado e recriar em casa”, afirma Bates.

 

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A nutricionista aconselha evitar o “impacto engordativo” desses alimentos e trocá-los por alternativas mais saudáveis: frutas, vegetais, nozes e sementes. Como terceira razão, Bates afirma que as pessoas eram mais ativas do que hoje.

 

Fonte: Revista Veja  

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