A Polícia Civil do MT deflagrou nesta quinta (17/7) uma ação contra pessoas ligadas ao homem. Ele está por trás de diversos abusos sexuais
Após desvendar que o médico e ex-vereador Thiago Bitencourt Lanhes Barbosa (foto em destaque) cometeu diversos estupros e mantinha material relacionados à pornografia infantil, a Polícia Civil do Estado do Mato Grosso (PCMT) investiga se o homem, preso em 31 de maio, liderou uma rede de crimes sxuais contra menores.
Nesta quinta-feira (17/7), uma operação, conduzida pela Delegacia de Canarana, cumpriu 16 ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão e medidas de quebra de sigilo telemático.
A ação é resultado da investigação que apura a prática de crimes sexuais cometidos contra crianças e adolescentes, iniciada a partir da prisão do então vereador e médico.
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Thiago Bittencourt é investigado por múltiplos abusos sexuais e, até o momento, já foram identificados indícios concretos de diversas vítimas.
Nesta quinta (17), as ações foram cumpridas simultaneamente nos municípios de Canarana, Água Boa, Querência, Gaúcha do Norte, Rondonópolis, Várzea Grande e Sorriso, em Mato Grosso (MT), além de um mandado executado na cidade de Recife, no estado de Pernambuco (PE).
Entre os alvos da operação estão oito pessoas ligadas ao ex-vereador, dentre elas, sete mulheres que, segundo as investigações, mantinham vínculos próximos com ele, sem aparente ciência das relações paralelas entre si.
Um homem, suspeito de envolvimento direto na produção, armazenamento e possível compartilhamento de material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes também foi alvo da operação denominada Verdades Secretas.
A Polícia Civil revelou que a investigação identificou um padrão de atuação recorrente de Thiago nos crimes cometidos. Ele buscava se aproximar de mulheres com filhas ou com acesso direto a crianças.
Há evidências de que algumas dessas mulheres possam ter colaborado, ainda que indiretamente, com os abusos investigados. Durante as buscas realizadas nesta etapa da operação foram apreendidos celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos.
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O conteúdo desses materiais será periciado, podendo contribuir para a identificação de novas vítimas e de eventuais novos autores ainda não detectados pelas investigações.
Fonte: Metrópoles