Diretriz da OMS reúne 40 recomendações para ampliar prevenção, diagnóstico e acesso a tratamentos contra a infertilidade
O enfrentamento da infertilidade vai além dos tratamentos médicos e depende, cada vez mais, do acesso a serviços de saúde de qualidade e da adoção de hábitos de vida saudáveis, apontam especialistas da área de reprodução humana.
Segundo dados médicos, fatores como alimentação inadequada, sedentarismo, obesidade, consumo excessivo de álcool, tabagismo e estresse estão diretamente associados à redução da fertilidade tanto em homens quanto em mulheres. Além disso, o diagnóstico tardio e a dificuldade de acesso a exames e tratamentos especializados agravam o problema.
A infertilidade atinge milhões de pessoas em idade reprodutiva em todo o mundo e pode ter causas hormonais, genéticas, infecciosas ou relacionadas ao estilo de vida. Em muitos casos, mudanças simples na rotina, como a prática regular de atividade física, o controle do peso e o abandono do cigarro, já contribuem para melhorar as chances de gravidez.
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Especialistas também destacam a importância do acompanhamento médico precoce, especialmente para mulheres acima dos 35 anos e homens com histórico de doenças crônicas. O acesso a políticas públicas, programas de planejamento familiar e informação de qualidade é considerado essencial para garantir tratamento adequado e reduzir desigualdades.

Foto: Reprodução
Além do impacto físico, a infertilidade pode gerar efeitos emocionais e psicológicos, tornando fundamental o suporte multidisciplinar, que inclua orientação médica e apoio emocional.
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Para profissionais da saúde, ampliar o acesso ao diagnóstico e promover hábitos saudáveis são estratégias centrais para prevenir e tratar a infertilidade, reforçando que o tema deve ser tratado como uma questão de saúde pública.