O adolescente afirma que anos de uso compulsivo das plataformas contribuíram para depressão, ansiedade e pensamentos suicidas. O caso pode influenciar milhares de processos semelhantes nos Estados Unidos
O TikTok fechou um acordo para encerrar uma ação judicial movida por um adolescente de 15 anos que acusa plataformas digitais de agravarem sua saúde mental. O caso, considerado um dos mais relevantes sobre a responsabilidade das redes sociais, pode influenciar milhares de processos semelhantes nos Estados Unidos.
O jovem, identificado apenas pelas iniciais R.K.C., afirma que anos de uso compulsivo das plataformas contribuíram para o desenvolvimento de depressão, ansiedade e pensamentos suicidas. Segundo a ação, ele segue em tratamento psicológico. Antes do TikTok, o YouTube também já havia firmado acordo com a família, enquanto Meta e Snapchat permanecem no processo.
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A acusação sustenta que empresas de tecnologia utilizam mecanismos como rolagem infinita e reprodução automática para prolongar o tempo de uso, especialmente entre adolescentes, priorizando engajamento e lucro. Os advogados do caso afirmam que essas estratégias aumentam o risco de dependência digital e podem agravar problemas emocionais em jovens.
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O processo é visto como um marco jurídico porque pode ajudar a definir até que ponto empresas de redes sociais podem ser responsabilizadas por danos ligados à saúde mental de usuários. Nos últimos meses, outras ações semelhantes resultaram em acordos milionários, ampliando a pressão sobre gigantes da tecnologia.