Uma tragédia que chocou os moradores do interior do Amazonas veio à tona após a confirmação da morte de uma adolescente de 17 anos. A jovem deu entrada em uma unidade hospitalar em estado gravíssimo após tentar interromper a própria gravidez utilizando um método rudimentar e extremamente perigoso: ela introduziu um lápis no próprio corpo para forçar o aborto.
Segundo as informações iniciais, a menor, desesperada ao descobrir a gestação, escondeu a situação de familiares e recorreu ao objeto em uma tentativa isolada de procedimento. A atitude drástica causou uma grave perfuração interna, desencadeando uma hemorragia severa e uma infecção generalizada que rapidamente se espalhou pelo organismo da jovem.
Mesmo recebendo atendimento médico de urgência assim que o caso foi descoberto, o quadro clínico da adolescente evoluiu para uma sepse grave. Apesar dos esforços da equipe de saúde para estancar o sangramento e combater a infecção, a menor não resistiu à gravidade das lesões e foi a óbito na unidade de saúde.
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O caso acendeu um alerta nas autoridades e na comunidade local sobre os perigos extremos de procedimentos abortivos clandestinos e sem qualquer amparo médico. O corpo foi encaminhado para os procedimentos legais e periciais cabíveis para a liberação aos familiares.
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A Polícia Civil do Amazonas acompanha o caso para averiguar se houve facilitação, indução ou participação de terceiros no fornecimento de orientações ou no incentivo ao ato que culminou na morte trágica da adolescente.