Vítima de 14 anos foi encontrada com as mãos amarradas, uma corda no pescoço e marcas aparentes de agressão; exames ainda confirmarão a causa da morte
A adolescente de 14 anos sequestrada em Lucas do Rio Verde, Mato Grosso, pode ter sido asfixiada antes de ser enterrada em uma área de mata às margens da BR-163, na região de Sorriso.
Os elementos encontrados no local ajudam a Polícia Civil a reconstruir os últimos momentos da vítima, mas a hipótese ainda depende de confirmação por exames periciais.
Segundo informações preliminares, a adolescente foi encontrada com as mãos amarradas e uma corda ao redor do pescoço. O corpo também apresentava sinais aparentes de agressões.
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A principal suspeita inicial é de que a morte tenha ocorrido por asfixia. A causa oficial, no entanto, será determinada somente após a conclusão dos exames realizados pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).
A vítima foi localizada nesta quarta-feira (12), dentro de uma cova aberta em uma área de vegetação próxima à rodovia. Após identificar o ponto onde o corpo havia sido escondido, a Polícia Civil acionou o Corpo de Bombeiros para realizar a escavação.
O trabalho foi realizado de forma cuidadosa para preservar possíveis vestígios que pudessem contribuir para a investigação.
Depois da retirada do corpo, o local ficou sob responsabilidade dos peritos da Politec. Entre os elementos analisados estão as lesões encontradas na adolescente, possíveis objetos utilizados no crime e o período aproximado da morte.
Os exames também devem ajudar a esclarecer se a adolescente foi assassinada no próprio local ou se o corpo foi transportado até a região de mata para ser ocultado.
A Polícia Civil busca reconstruir o trajeto da adolescente desde o momento em que ela teria sido retirada de um hotel em Lucas do Rio Verde até a localização do corpo na região de Sorriso.
Os investigadores também trabalham para identificar a participação de cada pessoa envolvida, descobrir onde o crime ocorreu e entender como a vítima foi levada até as margens da BR-163.
A motivação do crime ainda está sendo investigada. Embora os primeiros indícios apontem para asfixia e agressões, a dinâmica da morte permanece como hipótese até a conclusão dos laudos.
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Os resultados dos exames da Politec serão confrontados com depoimentos, imagens de câmeras de segurança e outras provas reunidas pela Polícia Civil para esclarecer as circunstâncias do assassinato.