Nessa quinta-feira (9/4), Adriane Galisteu falou sobre o tratamento, relembrou crise de dor intensa e fez um alerta sobre a condição rara
A apresentadora Adriane Galisteu voltou a falar sobre os desafios enfrentados após ser diagnosticada com a síndrome do piriforme, uma condição considerada pouco conhecida e que provoca dores intensas na região do quadril e da perna. Desde o diagnóstico, feito em 2025, ela vem compartilhando com o público os impactos da doença em sua rotina e o processo de tratamento.
Em recente relato, a artista contou que, apesar de apresentar melhora gradual, ainda convive com limitações e episódios de dor. Ela relembrou uma crise mais severa, quando chegou a ter dificuldades até para andar, classificando o tratamento como longo e desafiador.
Segundo Galisteu, o problema teve início após um erro durante a prática de exercícios físicos. Ao realizar um agachamento com carga acima do habitual, ela acredita ter causado uma lesão que acabou afetando um nervo na região do quadril, desencadeando dores que se irradiam pela perna.
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Após exames detalhados, veio a confirmação da síndrome, que ocorre em um músculo profundo localizado próximo ao nervo ciático — o que frequentemente gera confusão no diagnóstico. A apresentadora destacou que nunca havia ouvido falar da condição antes de enfrentá-la, reforçando como o problema ainda é pouco conhecido.

Foto: Reprodução
Durante o tratamento, ela tem recorrido a diferentes abordagens, como sessões de quiropraxia, uso de medicamentos e acompanhamento médico constante. Mesmo com os avanços, a recuperação exige paciência e disciplina, já que a dor pode persistir por longos períodos.
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Ao compartilhar sua experiência, Galisteu também fez um alerta para que as pessoas valorizem a saúde e fiquem atentas a sinais do corpo. Segundo ela, muitas vezes só se percebe a importância de estar bem quando surgem problemas que afetam diretamente a qualidade de vida.