Larissa afirma que as humilhações eram uma forma de punição
"Ele me pedia para beber minha própria urina, me sujar, lamber o chão, lamber o vaso. É difícil falar e ver esses vídeos. Cheguei a beber água do vaso, eu não consigo acreditar que fiz isso", diz ela.
Larissa afirma que as humilhações eram uma forma de "punição", toda vez que o francês sentia ciúmes dela.
A advogada conta que é diagnosticada com transtorno de personalidade Borderline, e por isso, o jogador "aproveitava para ganhar vantagens sexuais".
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Larissa também diz que foi ameaçada por Payet em dezembro, enquanto iam para a casa dele na Barra da Tijuca: "Foi a primeira vez que vi ele muito agressivo e me ameaçou. Ele disse que, se fosse em outro momento, o meu fim poderia ser outro. Disse que eu tinha sorte de ter conhecido ele num momento bom da vida".
A advogada acusa o jogador de violência física, moral, psicológica e sexual. Ela entrou com um pedido de medida protetiva de urgência contra Payet.
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"Com a exposição, recebi muitos julgamentos, eu já sabia que ia acontecer. Mas entre ser julgada e a minha segurança, preferi a minha segurança. Não foi algo que pensei: 'Vai ser lindo, vou ficar famosa'. Eu sabia que ia ser extremamente julgada, mas pensei: 'É a minha segurança'", conclui Larissa.