O coragem de Juliane Vieira, de 29 anos, continua inspirando o Paraná. A advogada, que se tornou heroína ao salvar a mãe e o primo de 4 anos durante um incêndio em Cascavel, segue consciente e respirando normalmente após quase três meses internada no Hospital Universitário (HU) de Londrina. Juliane sofreu queimaduras em 63% do corpo e permanece sob cuidados médicos intensivos, sem previsão de alta.
O incêndio aconteceu na manhã de 15 de outubro de 2025, em um apartamento no 13º andar, no cruzamento das ruas Riachuelo e Londrina, bairro Country. Segundo a Polícia Civil, o fogo começou na cozinha e não há indícios de crime foi considerado um acidente.
Imagens que viralizaram nas redes sociais mostraram Juliane pendurada em um suporte de ar-condicionado, tentando resgatar a mãe e o primo antes da chegada do Corpo de Bombeiros. A ação corajosa garantiu que Sueli Vieira, de 51 anos, e Pietro, de 4 anos, sobrevivessem.
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A mãe de Juliane teve queimaduras no rosto, nas pernas e inalou fumaça, permanecendo 11 dias internada no Hospital São Lucas, em Cascavel. O primo Pietro sofreu queimaduras nas mãos e nas pernas, precisou ser transferido para Curitiba e recebeu alta após 16 dias de internação.
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Juliane Vieira, de 28, ficou pendurada em um suporte de
ar-condicionado para resgatar mãe e primo durante
incêndio (Foto: Reprodução)
Em dezembro de 2025, Sueli contou à RPC que Juliane estava acordando aos poucos do coma induzido e conseguindo se comunicar com familiares, após quase dois meses de internação no Centro de Tratamento de Queimados, referência no Paraná para casos graves.
Dois bombeiros que participaram do resgate também sofreram queimaduras: um ficou com ferimentos nos braços, mãos e parte das costas, e outro nas mãos, mas ambos receberam alta dias depois.
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O caso de Juliane se tornou símbolo de coragem e altruísmo, lembrando que, mesmo em situações extremas, a bravura e o amor à família podem salvar vidas.