Volodymyr Zelensky e outros líderes também participarão de desfile militar na Champs-Élysées, em Paris, no dia 14 de julho, em demonstração de apoio à Ucrânia, segundo a Franç
Líderes de cerca de 25 países europeus se reúnem nesta segunda-feira (13), em Paris, para discutir novas medidas de apoio à Ucrânia e aumentar a pressão sobre a Rússia. O encontro da chamada "Coalizão dos Voluntários" acontece em um momento de intensificação dos ataques entre os dois países e busca fortalecer a posição de Kiev nas negociações para encerrar a guerra.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, participa da reunião ao lado do presidente francês, Emmanuel Macron, do secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, e de outros chefes de Estado e de governo. Entre os principais temas da agenda estão o envio de novos sistemas de defesa aérea, o aumento da produção conjunta de armamentos e a ampliação do apoio militar à Ucrânia.
Além da ajuda militar, os aliados pretendem discutir novas sanções contra Moscou e formas de ampliar a pressão econômica sobre o governo de Vladimir Putin. Paralelamente ao encontro em Paris, ministros das Relações Exteriores da União Europeia se reúnem em Bruxelas para negociar um novo pacote de restrições contra a Rússia, incluindo medidas relacionadas à chamada "frota fantasma" usada para transportar petróleo russo.
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A reunião ocorre após a Ucrânia intensificar ataques com drones contra alvos estratégicos em território russo, enquanto Moscou mantém bombardeios contra cidades ucranianas. Os países europeus avaliam que os recentes avanços militares de Kiev podem aumentar a pressão sobre o Kremlin e criar condições para futuras negociações de paz, embora o governo russo continue rejeitando concessões.
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O Kremlin afirmou que acompanhará de perto o encontro em Paris, mas criticou a coalizão, acusando os países participantes de prolongarem o conflito ao manterem o fornecimento de armas à Ucrânia. Apesar das críticas, os líderes europeus reforçam que o objetivo é garantir condições para que Kiev mantenha sua capacidade de defesa e fortaleça sua posição diante da Rússia.