Influenciador paraibano foi denunciado por Felca e é investigado pelo Ministério Público
Investigado desde o ano passado pelo Ministério Público da Paraíba e denunciado por Felca em seu canal no YouTube, que o coloca como suspeito de integrar e fomentar uma rede de pedofilia na Internet, Hytalo Santos ficou famoso ao mostrar seu dia a dia com crianças e adolescentes, chamados de "filhos adotivos", que fazem parte do que ele batizou de "Turma do Hytalo". Por trás de dancinhas, esquetes de humor e novelinhas, porém, não há nada de divertido.
O EXTRA ouviu vários relatos de pessoas que convivem ou conviveram com o influenciador e sua prole. Nenhuma das pessoas ouvida, porém, quer aparecer. Todas têm um motivo em comum: medo. Ou porque já foram ameaçadas ou porque ainda dependem do dinheiro que é movimentado pelo paraibano.
De acordo com quem convive em sua casa, Hytalo tem sérios problemas para dormir e em grande parte da semana vira a noite, só conseguindo pegar no sono às 9h. A quem o questiona sobre os horários, ele diz "que dorir é perda de tempo". Isso vale para funcionários e os menores que moram em sua mansão.
Veja também

Ex de Jojo Todynho, Lucas Souza anuncia namoro com atriz: 'Nada me faz mais feliz que ter você'
Tirullipa fala sobre traição que veio à tona: Condeno minhas atitudes
As crianças não têm muita voz por lá. Dependem de todas as vontades do influenciador e do seu humor."Se alguém pedir um sanduíche e ele não quiser comer, ninguém come. As crianças só podem se alimentar na presença dele. Se ele acordar às 15h, elas vão ficar sem almoço", relata uma fonte.
Mesmo trabalhando para o "pai", normalmente, as crianças não ficam com o dinheiro da monetização de seus vídeos. pelo menos não em espécie. Um taxista contou que ao levar três adolescentes numa viagem até Cajazeiras, onde Hytalo nasceu, para uma gravação, teve que abrir a carteira para comprar um lanche para o trio, que não tinha R$ 1 real no bolso e estava com fome.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_1f551ea7087a47f39ead75f64041559a/internal_photos/bs/2025/M/a/a2FAAtQhAgWBxRJrRcPA/fotojet-2025-08-11t180500.289.jpg)
Foto: Reprodução
Todos os menores estão em idade escolar e matriculados. A frequência, porém, funciona de acordo com o calendário de gravações da "Turma". Já aconteceu de passarem dias sem ir ou ficarem apenas duas horas em sala de aula. Não se sabe o motivo, mas Hytalo pode retirá-los do colégio a hora que bem entender. Além disso, era comum o "pai" punir seus filhos proibindo o uso de celular.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
O pior cenário, contudo, são as festas em que ninguém pode usar o aparelho, aquelas em que não estão apenas trabalhando. Um ex-funcionário, que passou alguns meses prestando serviços para Hytalo e seu marido, Euro, narra que o ambiente não deveria ser frequentado por adolescentes: "É muito álcool, algumas drogas ilícitas e as meninas vestidas com aqueles shortinhos minúsculos, rebolando ao som de músicas podres, se beijando na frente de todos e sendo incentivadas a namorar".
Fonte: Extra