O estudo mostra um cenário preocupante: enquanto áreas federais sofrem maior pressão externa, as áreas protegidas sob responsabilidade dos estados apresentam, em muitos casos, níveis
O estado do Amazonas aparece entre as unidades da Federação com maior risco de desmatamento em 2026, de acordo com um levantamento divulgado recentemente.
A análise considera fatores como pressões por expansão de atividades ilegais, grilagem de terra e exploração predatória de recursos naturais, que seguem impactando áreas sensíveis da floresta.
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Segundo os dados apresentados, o estado figura na lista de regiões com maior probabilidade de aumento da supressão da cobertura florestal, liderada por questões relacionadas ao crescimento de focos de desmatamento ilegal associados à pecuária e ao avanço de atividades não regulamentadas. A pesquisa também aponta que o monitoramento e a fiscalização ainda são insuficientes para conter essas pressões de forma eficaz.
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Especialistas destacam que a continuidade dessa tendência coloca em risco a biodiversidade, o equilíbrio climático global e as populações tradicionais que dependem da floresta para sua subsistência. Eles ressaltam a necessidade de políticas públicas mais eficazes, aumento de operações de fiscalização e incentivo a práticas sustentáveis para reduzir a perda de vegetação nativa no estado.