Mais de 60 mil doses chegam ao estado para ampliar a proteção de grupos prioritários.
O Ministério da Saúde enviou uma nova remessa de vacinas contra a Covid-19 para todo o país, totalizando 2,2 milhões de doses distribuídas entre estados e o Distrito Federal. Desse volume, o Amazonas recebeu 60.504 doses, reforçando os estoques para a continuidade da campanha de imunização.
Com essa entrega, o total de vacinas distribuídas pelo governo federal em 2026 já chega a 6,3 milhões de doses. A estratégia busca garantir abastecimento regular e atender às demandas regionais, com foco na ampliação da cobertura vacinal.
Segundo o diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, a vacinação segue sendo essencial para evitar formas graves da doença. Ele destaca que o país possui doses suficientes e mantém a oferta gratuita pelo Sistema Único de Saúde.
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A logística de distribuição até os municípios é coordenada pelas secretarias estaduais e municipais de saúde, responsáveis pelo armazenamento, controle de validade e aplicação das doses. O envio das vacinas é feito com base em critérios como tamanho da população-alvo e ritmo de aplicação, podendo ser ampliado conforme necessidade.
Entre janeiro e março deste ano, já haviam sido enviadas 4,1 milhões de doses ao país, sendo cerca de 2 milhões aplicadas. Nesse período, o Amazonas recebeu mais de 104 mil doses. A nova remessa reforça os estoques regionais e dá continuidade à estratégia de vacinação para crianças, adultos e grupos prioritários.
O esquema vacinal segue orientações atualizadas, priorizando públicos mais vulneráveis. Entre eles estão idosos, gestantes, crianças pequenas, pessoas com imunidade comprometida e trabalhadores da saúde. A população geral também pode receber a dose, especialmente quem ainda não se imunizou anteriormente.
A recomendação é que cada pessoa procure a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal e garantir a atualização das doses.
A Covid-19 continua sendo uma infecção respiratória com potencial de agravamento, principalmente em grupos de risco. Em 2026, até o início de abril, foram registrados mais de 62 mil casos de síndrome gripal associados à doença e mais de 30 mil casos de síndrome respiratória aguda grave, com registros de óbitos.
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Diante desse cenário, autoridades reforçam que a vacinação permanece como a principal forma de prevenção, reduzindo hospitalizações e mortes, além de contribuir para o controle da circulação do vírus.