Dados estão presentes em relatório da rede MapBiomas, que compila os resultados entre 1985 e 2025
A Amazônia registrou recuperação da superfície de água em 2025 após dois anos consecutivos de seca intensa. O levantamento aponta que o bioma voltou a apresentar aumento em relação ao período anterior, impulsionado pela melhora no regime de chuvas em diversas regiões.
Segundo os dados, a Amazônia encerrou 2025 com níveis acima da média histórica, revertendo parte das perdas registradas durante a estiagem severa que afetou rios, lagos e comunidades ribeirinhas nos anos anteriores. A recuperação, no entanto, não foi uniforme em todo o território.
Enquanto parte das bacias hidrográficas voltou a se aproximar do padrão normal, outras ainda seguem abaixo da média, o que mantém o cenário de alerta em áreas isoladas do bioma. Especialistas destacam que a variabilidade climática ainda provoca fortes diferenças regionais dentro da própria Amazônia.
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No sentido oposto, o Pantanal permanece em situação mais crítica. O bioma fechou 2025 com a superfície de água cerca de 56% abaixo da média histórica, sendo o pior resultado entre os biomas brasileiros, segundo levantamento de monitoramento ambiental.
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Os dados, divulgados no panorama mais recente do MapBiomas, mostram que, apesar de uma leve recuperação em comparação com o ano anterior, o Pantanal ainda enfrenta uma redução estrutural no regime de cheias, com impactos diretos sobre a biodiversidade e o equilíbrio ambiental da região.