Deputado federal Nilto Tatto (PT) admite que não há margem para tentar obstruir votações e aposta nas negociações; Lei contra em embargos remotos foi aprovada sem a proibição de monitoramento por satélite
A Frente Parlamentar Ambientalista tenta modificar trechos de projetos ligados ao agronegócio que avançam na Câmara dos Deputados e preocupam entidades ambientais e especialistas do setor.
As propostas fazem parte da chamada “semana do agro” no Congresso e incluem mudanças em regras de licenciamento ambiental, regularização fundiária e flexibilização de normas para exploração econômica em áreas consideradas sensíveis.
Deputados ambientalistas articulam alterações nos textos para diminuir impactos sobre áreas de preservação e evitar retrocessos em políticas ambientais. A movimentação acontece após sucessivas derrotas da pauta verde dentro da Câmara.
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Entre os pontos mais criticados está a possibilidade de acelerar liberações de empreendimentos sem análises ambientais mais rigorosas. Organizações ambientais afirmam que as mudanças podem aumentar o desmatamento e enfraquecer a fiscalização no país.
Já parlamentares ligados ao agronegócio defendem que os projetos são necessários para destravar investimentos, gerar empregos e reduzir burocracias no campo. A bancada ruralista afirma que o atual modelo ambiental dificulta o crescimento do setor produtivo.
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O embate entre ruralistas e ambientalistas deve dominar os debates no Congresso nos próximos dias, enquanto o governo tenta evitar desgaste político em meio à pressão internacional sobre a preservação da Amazônia e das políticas climáticas.