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Esporte no Amazonas
09/08/2020

Análise: Manaus domina primeiro tempo,

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Foto: Divulgação

Gavião controla 55 minutos do jogo, mas recua devido a cansaço e vê Vila pressionar até empatar no final.

O empate do Manaus em 1 a 1 com o Vila Nova neste sábado, pela primeira rodada da Série C, pode ser separado em duas partes: primeiro e segundo tempo.

 

Com os titulares e parte física nivelada, o Gavião dominou as ações na primeira etapa, principalmente pela ponta direita, quando Igor e Fumaça ainda contavam com aproximação de Janeudo para trabalharem com qualidade.

 

Prova do domínio foram três chances claras, que poderiam selar os três pontos já na primeira parcial, se não fossem as finalizações mal concluídas.

 

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O ímpeto durou até o gol de Fumaça, com menos de 10 minutos do segundo tempo, mas a saída do atacante, antes dos 20, mudou o cenário de vez. Foi então que a parte física do rival passou a valer, sendo um dos pontos que alternou o rumo do confronto.

 

Contrariando seu próprio estilo de jogo, o Manaus recuou. O Vila, melhor fisicamente e sem mais nada a perder, dominou o meio de campo e passou a assustar nas bolas paradas e chutes de longe. Bolívar também foi mais feliz nas alterações.

 

Gavião foi superior enquanto Fumaça esteve em campo — Foto: Ismael Monteiro/Manaus

 

Até mesmo quem estava mal no primeiro tempo, como Dudu e Emanuel Biancucchi, acordaram para o jogo. Mas foram dois grandes erros de Fajardo que podem ser responsabilizados: usar apenas quatro reservas - mesmo com Mateus Oliveira e Ramon visivelmente esgotados - e improvisar o lateral Caíque como ponta esquerda.


Quando Rossini também cansou, ele optou por improvisar o defensor em vez de colocar Matheusinho, que atua pela setor. Prova de que a escolha não fez sentido foi a resposta que deu ao ser questionado sobre a entrada de Vitinho: "Não fazia sentido naquele momento a gente improvisar um jogador que joga pelo meio ou pela esquerda se a gente tinha quem atuasse pela direta".

 

O resultado é que o Manaus FC perdeu a força ofensiva e chamou de vez o Vila Nova ao seu campo. Assim como errou ao não sacar os esgotados Ramon e Mateus Oliveira, que por cerca de 20 minutos fizeram só números.

 

Improvisação de Caíque não rendeu o esperado — Foto: Ismael Monteiro/Manaus

 

Felipe Baiano e até mesmo Edvan, que estavam no banco, poderiam exercer a função de Ramon. Simionato ou Hamilton, que inclusive foi muito bem nos jogos-treinos, poderiam ser usados como referência na área. Como só pode fazer três paradas, era só entrar com três de uma vez na última, quando sacou "só" Rossini e Janeudo. Para completar, nenhum reserva entrou bem.

 

Davis foi sonolento não conseguia segurar a bola na frente. Vitinho tentou duas arrancadas, até com espaço cedido pelas investidas do adversário, mas faltou qualidade nos passes. Caíque, imrpovisado, deixou o lado esquerdo ainda mais carente e ainda fez a falta infantil que culminou no gol de empate.

 

Manaus e Vila empataram em 1 a 1 — Foto: Mauro Neto/Faar

Fotos: Divulgação 

 

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Empatar com o Vila Nova, bicampeão da Série C e um dos principais candidatos ao acesso, não é um resultado ruim, mesmo atuando em casa. O único ponto somado foi amargo porque nunca foi tão fácil somar três e estrear com pé direito.

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