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Ancelotti ajusta o meio-campo e brasil chega mais encaixado para decisão contra o Japão
Foto: Reprodução

Treino da seleção brasileira em Houston, neste domingo, véspera do confronto com o Japão

Classificada para o mata-mata da Copa do Mundo de 2026, a Seleção Brasileira entra em campo nesta segunda-feira (29), contra o Japão, em Houston, com um time cada vez mais próximo da formação ideal desenhada por Carlo Ancelotti.

 

Após a vitória por 3 a 0 sobre a Escócia, o treinador italiano intensificou os ajustes no setor de meio-campo, principalmente no posicionamento de Bruno Guimarães e Lucas Paquetá. A intenção é dar ainda mais equilíbrio à equipe, mantendo a compactação defensiva e explorando a velocidade dos atacantes nos contra-ataques.

 

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Desde que assumiu a Seleção, Ancelotti deixou claro que não faz da posse de bola sua prioridade. O foco está em uma equipe organizada, com linhas compactas, forte marcação e transições rápidas para aproveitar a qualidade de jogadores como Vinícius Júnior, Rayan, Matheus Cunha e Neymar.

 

Mesmo com pouco tempo de trabalho, o técnico já começa a imprimir sua identidade. Em 15 partidas no comando do Brasil, soma nove vitórias, três empates e três derrotas. Entre os tropeços estão um revés para a Bolívia, na altitude de El Alto, uma derrota para o Japão com equipe reserva e outra diante da França, em uma partida marcada por desfalques importantes no setor defensivo.

 

As mudanças provocadas por lesões também obrigaram o treinador a encontrar novas soluções. Sem Wesley na lateral e Raphinha no ataque, Danilo e o jovem Rayan assumiram funções importantes pelo lado direito e responderam com boas atuações, especialmente na recomposição defensiva.

 

No esquema montado por Ancelotti, Bruno Guimarães e Paquetá exercem papel fundamental na proteção do meio-campo, formando uma linha sólida ao lado de Rayan e Matheus Cunha. A ideia é recuperar rapidamente a bola e acelerar as jogadas para explorar a velocidade e o talento do setor ofensivo.

 

O treinadoracredita que a força física, a capacidade de drible e o poder de decisão de Vinícius Júnior e seus companheiros são suficientes para desmontar qualquer sistema defensivo, principalmente em partidas eliminatórias.

 

Além da missão brasileira diante do Japão, o mata-mata da Copa reúne outros grandes confrontos entre seleções tradicionais. França enfrenta a Suécia, Alemanha encara o Paraguai, Espanha mede forças com a Áustria, Inglaterra joga contra a RD Congo e a Argentina enfrenta a surpreendente seleção de Cabo Verde.

 

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Pelo chaveamento, o Brasil poderá cruzar com a Inglaterra nas quartas de final e com a Argentina em uma eventual semifinal. Já França, Alemanha e Espanha aparecem apenas em um possível confronto na grande decisão da Copa do Mundo. 

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