Os bolsonaristas também afirmam que, para se cacifar como único candidato viável à sucessão de Arthur Lira (PP-AL), Motta fez acordos contraditórios com o PT e o PL em relação à anistia aos golpistas
Bolsonaristas veem “digitais” do PT na condução do caso pela PF, embora nem Wanderley e nem Motta sejam formalmente investigados no caso. Também não passou despercebido que, nos últimos dias, o político tenha priorizado pautas de interesse do Judiciário – incluindo quatro projetos de autoria do STF e do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que foram pautados imediatamente após a aprovação do requerimento de urgência.
Os textos, que tratavam sobre a criação de novas vagas de juiz federal, varas federais, cargos comissionados e entre outras medidas administrativas, tiveram os pedidos de urgência liderados por Gilberto Abramo (Republicanos-MG), líder do partido de Motta na Casa.
Aliados de Bolsonaro também avaliam que as duras críticas do decano do Supremo, Gilmar Mendes, à anistia, em entrevista à GloboNews na última terça-feira, também fazem parte da tentativa de emparedá-lo.
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Os bolsonaristas também afirmam que, para se cacifar como único candidato viável à sucessão de Arthur Lira (PP-AL), Motta fez acordos contraditórios com o PT e o PL em relação à anistia aos golpistas.
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“Ele se comprometeu com o PT que não pautaria e garantiu ao PL que colocaria para votar. Ganhou a eleição e agora está com esse abacaxi na mão”, resumiu um aliado de Valdemar Costa Neto. “Motta deve ter sido moído nessa viagem ao Japão”
Fonte: O Globo