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Anvisa aprova novo medicamento para tratamento da atrofia muscular espinhal
Foto: Rmcarvalho/Getty Images

Nova apresentação do medicamento dispensa refrigeração e simplifica a administração. Doença genética provoca perda de neurônios motores

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou um novo medicamento para o tratamento da atrofia muscular espinhal (AME), doença genética rara que compromete os neurônios responsáveis pelo controle dos movimentos. A decisão representa uma nova possibilidade terapêutica para pacientes diagnosticados com a condição.

 

A AME provoca fraqueza muscular progressiva e pode afetar funções importantes, como caminhar, engolir e respirar. A gravidade varia de acordo com o tipo da doença e a idade em que os primeiros sintomas aparecem. Nos casos mais graves, os sinais podem surgir ainda nos primeiros meses de vida.

 

A aprovação permite que o medicamento seja utilizado no Brasil conforme as indicações previstas em seu registro sanitário. Antes de iniciar o tratamento, o paciente precisa passar por avaliação médica para verificar se atende aos critérios de uso e se a terapia é adequada ao seu quadro clínico.

 

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A doença está relacionada a alterações no gene SMN1, responsável pela produção de uma proteína essencial para a sobrevivência dos neurônios motores. A falta dessa proteína provoca a degeneração dessas células, comprometendo gradualmente a força e a capacidade de movimentação dos pacientes.

 

TRATAMENTO PARA ATROFIA MUSCULAR ESPINHAL (AME) COM EVRYSDI (RISDIPLAM)  DEVE SER CUSTEADO POR PLANO DE SAÚDE

Foto: Reprodução

 

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A autorização da Anvisa amplia as alternativas disponíveis para enfrentar a AME, mas não significa que o medicamento estará automaticamente disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). A incorporação à rede pública depende de uma avaliação específica, que considera critérios clínicos, econômicos e de acesso. 

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