Remédio biológico Nucala passa a ser indicado como terapia adicional para pacientes com doença pulmonar crônica não controlada.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma nova indicação terapêutica para o medicamento biológico Nucala (mepolizumabe), ampliando seu uso no tratamento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). A decisão foi oficializada por meio de resolução publicada no Diário Oficial da União.
Com a atualização, o fármaco poderá ser utilizado em adultos como terapia complementar de manutenção em casos de DPOC não controlada, especialmente em pacientes com níveis elevados de eosinófilos no sangue. O uso deve ocorrer em associação ao tratamento padrão, que inclui corticoides e broncodilatadores de longa duração.
A Anvisa destaca que o medicamento não é indicado para crises agudas da doença e deve ser administrado somente com prescrição e acompanhamento médico especializado.
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Antes dessa ampliação, o Nucala já era aprovado para outras condições inflamatórias relacionadas aos eosinófilos, como asma eosinofílica grave, granulomatose eosinofílica com poliangeíte, síndrome hipereosinofílica e rinossinusite crônica com pólipos nasais.
A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica é uma enfermidade respiratória progressiva que compromete a passagem de ar pelos pulmões, dificultando a respiração. A condição está associada à inflamação e ao espessamento dos brônquios, além da destruição de parte do tecido pulmonar.
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Considerada uma das principais causas de morbidade no mundo, a DPOC afeta milhões de pessoas e está relacionada a um aumento significativo no risco de hospitalizações e mortalidade, reforçando a importância de novas alternativas terapêuticas.