Resolução publicada no DOU também proíbe fabricação, venda, distribuição e uso de produtos sem registro e de medicamentos falsificados
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de todos os lotes de produtos à base de Pygeum comercializados sem registro sanitário no Brasil. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (6) no Diário Oficial da União e proíbe a fabricação, distribuição, armazenamento, transporte, propaganda, venda e uso dos extratos fitoterápicos.
A medida atinge produtos das marcas Oficialfarma, Unicpharma, Bioformulas, Swanson, Recover Farma e Nutricost, além daqueles vendidos sem identificação de marca. Segundo a agência, foram encontrados anúncios e ofertas de comercialização sem registro, notificação ou cadastro sanitário. A empresa responsável pela fabricação também não foi identificada.
O Pygeum é um extrato vegetal obtido da casca de uma árvore africana e costuma ser divulgado como alternativa para aliviar sintomas urinários associados ao aumento benigno da próstata. Entretanto, a comercialização dos produtos citados foi considerada irregular pela Anvisa, que determinou a retirada de todas as unidades do mercado.
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A resolução também estabeleceu restrições para produtos conhecidos como Água Bacteriostática e Diluente Bacteriostático, igualmente anunciados sem registro e com fabricante desconhecido. A agência proibiu todas as etapas de fabricação e comercialização, além do armazenamento e da utilização dessas substâncias.
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A decisão ainda alcançou cinco lotes falsificados do medicamento Mounjaro, após comunicação da fabricante Eli Lilly sobre unidades com características diferentes das originais. A Anvisa determinou a apreensão e proibiu a venda, distribuição e utilização dos produtos identificados. As medidas já estão em vigor e devem ser cumpridas por empresas e pessoas envolvidas na comercialização dos itens.