Coordenador da negociação das tarifas com os Estados Unidos, o vice-presidente Geraldo Alckmin, médico de formação, lembrou que a sua especialidade é anestesia. Alckmin disse que se fosse necessário iria para os EUA "ontem" para negociar, mas ponderou que tem sido realizadas boas teleconferências nos últimos dias. Em entrevista ao programa Mais Você, da TV Globo, contou que sairia do estúdio direto para a Fiesp.
- A minha especialidade é anestesia. Eu saindo daqui, estou indo para a Fiesp. Se for necessário (ir aos EUA), iria ontem. Nós tivemos três boas videoconferências.
E há dois dias atrás teve uma importante com todas as empresas americanas de tecnologia, todas. Google, Meta, Visa, Media, Microsoft, muito positiva, com participação do representante do Howard Lutnick ao vivo lá dos Estados Unidos. Então foi importante. Esse é um tema que o mundo vai amadurecer.
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Questionado se tinha esperança de que o Brasil conseguisse reverter os setores sobretaxados pelos Estados Unidos, Alckmin disse que o emprego do governo brasileiro é total:
- Não depende de nós. Se dependesse, nem teria ocorrido isso. Diálogo pressupõe duas partes. Agora, o empenho do Brasil será total.
O vice-presidente reforçou a estratégia de trazer as empresas para a negociação e citou a inclusão do suco de laranja na lista de exceções pelos Estados Unidos a esse esforço. Destacando que o esforço diplomático caminha em paralelo. Alckmin disse ainda que a tendência da inflação é cair.
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- Estou otimista com a questão inflacionário. E caindo a inflação, cai os juros.
Fonte: O Globo