Luna superou a expectativa de vida da espécie e se tornou símbolo de resgate e conservação no país.
A onça-pintada Luna, considerada a mais longeva do Brasil em cativeiro, morreu aos 25 anos na manhã do último domingo (15) no Zoológico Municipal de Limeira, no interior de São Paulo. Segundo a administração do local, a morte ocorreu por causas naturais durante a rotina diária de monitoramento veterinário.
O animal vivia sob acompanhamento técnico permanente e havia ultrapassado a expectativa média de vida da espécie na natureza, que costuma variar entre 15 e 16 anos.
Luna foi resgatada em 2002, em Manaus, após uma denúncia de tráfico de animais silvestres. Na época, ela seria levada ilegalmente para fora do país. Após a apreensão, o Ibama encaminhou a onça ao zoológico, onde passou a viver em ambiente controlado.
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Com cerca de dois anos de idade quando foi resgatada, Luna atingiu aproximadamente 25 anos, tornando-se um dos indivíduos mais longevos da espécie em território nacional.
Durante décadas, a felina recebeu dieta balanceada, enriquecimento ambiental e acompanhamento veterinário contínuo. A alimentação incluía carnes de frango, pernil suíno, coração bovino e outros cortes, com consumo médio de cerca de dois quilos por dia.
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Em abril de 2025, a equipe do zoológico celebrou os 25 anos do animal com atividades de estímulo sensorial e desafios comportamentais voltados ao bem-estar. Luna vivia ao lado do filho Negão, nascido no próprio zoológico em 2007, com quem mantinha convivência estável compatível com a espécie.