Investigação aponta que responsáveis atuavam por meio de marcas informais nas redes sociais; três instrutores seguem presos após lançarem Maria Eduarda Rodrigues
Os perfis nas redes sociais ligados aos organizadores do salto de rope jump que terminou com a morte de uma jovem de 21 anos em Limeira, no interior de São Paulo, foram retirados do ar após a grande repercussão do caso. A tragédia aconteceu na Ponte do Esqueleto e mobilizou autoridades, familiares e internautas em todo o país.
Segundo as investigações iniciais, a vítima teria sido lançada de uma altura de cerca de 40 metros sem que a corda principal de segurança estivesse conectada ao equipamento. O acidente ocorreu durante uma atividade de aventura promovida por um grupo especializado em saltos radicais.
Após a divulgação do caso, páginas e perfis associados aos organizadores deixaram de estar disponíveis na internet. A remoção das contas chamou a atenção de usuários das redes sociais, que cobraram explicações e responsabilização dos envolvidos.
Veja também

Jovem que morreu após salto sem corda é velada neste domingo em São Paulo
Jovem publicou mensagens antes de morrer em salto de rope jumping em São Paulo
Vídeos que circulam na internet mostram momentos de tensão pouco antes da queda. Em uma das gravações, testemunhas aparecem alertando sobre a possível ausência da corda de segurança segundos antes do salto, aumentando ainda mais a comoção em torno da tragédia.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer as circunstâncias do acidente. Equipamentos foram apreendidos para perícia, enquanto familiares da vítima pedem justiça. O episódio reacendeu o debate sobre a fiscalização e os protocolos de segurança adotados em esportes radicais no Brasil.