Para os desenvolvedores, a ferramenta digital foi elaborada parar ser uma ferramenta de segurança feminina, permitindo acesso rápido a dados públicos; para especialistas prática pode infringir a, Lei Geral de Proteção de Dados
Um aplicativo desenvolvido com uso de inteligência artificial passou a permitir que mulheres consultem antecedentes criminais e processos judiciais de possíveis pretendentes antes de encontros. A ferramenta utiliza dados públicos para gerar relatórios sobre o histórico de pessoas pesquisadas.
A proposta do sistema é funcionar como um mecanismo de segurança, ajudando usuárias a tomarem decisões mais informadas em relações pessoais. Para isso, basta inserir nome ou CPF, e o app cruza informações disponíveis em bases públicas, como processos judiciais e registros de ações criminais.
Os desenvolvedores afirmam que o objetivo é aumentar a proteção feminina em um cenário de crescimento da violência de gênero no país. Dados citados na reportagem apontam aumento de casos de feminicídio nos últimos anos.
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Por outro lado, especialistas e juristas alertam para possíveis conflitos com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), já que a centralização e organização dessas informações por uma empresa privada pode levantar questionamentos sobre privacidade e uso de dados pessoais.
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A ferramenta também reacende o debate sobre os limites entre segurança, acesso à informação pública e proteção de dados, especialmente em aplicativos voltados para relações pessoais e encontros.