No entanto, a explicação por trás do fenômeno é completamente científica
A imagem divulgada pela agência espacial norte-americana gerou todo tipo de reação nas redes sociais, com especulações até sobre a possibilidade de vida extraterrestre. No entanto, a explicação por trás do fenômeno é completamente científica.
As “nuvens móveis” são, na realidade, regiões de formação estelar compostas por gás e poeira interestelar. Ao processar os dados obtidos pelo Hubble, os cientistas atribuíram cores específicas a diferentes elementos químicos para poder estudar melhor sua composição. Assim, o rosa representa o hidrogênio, o azul mostra o oxigênio e o verde indica regiões energizadas por estrelas jovens e massivas.
Essa técnica, conhecida como cores falsas, não só permite visualizar estruturas invisíveis ao olho humano, como também gera um efeito visual muito chamativo, já que as nuvens adotam um padrão difuso que, ao se fixar o olhar no centro, parece se deslocar. Essa é a origem da ilusão de ótica que levou muitos usuários a jurarem ter visto as nuvens “se moverem” no céu.
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Longe do sobrenatural, essa imagem representa uma amostra do ciclo vital das estrelas. As mais massivas liberam energia que dispersa o gás ao seu redor, enquanto outras regiões densas colapsam e dão origem a novas estrelas. Graças à precisão do Hubble, esses processos podem ser observados em detalhe e ajudar a compreender como o universo evolui.
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A BBC Mundo divulgou algumas das descobertas mais importantes da astronomia que foram possíveis graças à contribuição do poderoso telescópio, avanços científicos inegáveis. Elas foram listadas por Rosa Díaz, astrofísica do Instituto de Ciência do Telescópio Espacial, entidade parceira da Nasa responsável pela operação do Hubble.
Fonte: O Globo