Os resultados foram publicados na revista científica Scientific Reports
Muito utilizado na indústria para sucos e refrigerantes "zero", o aspartame é facilmente encontrado. Um novo estudo descobriu que o adoçante artificial, considerado "possivelmente cancerígeno" pela Organização Mundial de Saúde (OMS), pode desencadear alterações genéticas ligadas ao glioblastoma multiforme — um tumor cerebral maligno e agressivo.
De acordo com os pesquisadores, o crescimento tumoral não foi inalterado após o consumo de aspartame. No entanto, o microbioma intestinal dos camundongos parte da pesquisa sofreu uma mudança significativa. A abundância de bactérias pertencentes à família Rikenellaceae foi reduzida.
Além disso, a equipe percebeu que o aspartame estava ligada a expressões de genes que faziam com que o gliobastoma se tornasse ainda mais agressivo em camundongos. Uma das hipóteses é que isso ocorra devido a alterações na metilação do RNA ao longo da via da N6-metiladenosina (importante no papel de regulação da vida das células). Os resultados foram publicados na renomada revista científica Scientific Reports.
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"Nossos resultados não apenas fornecem evidências cruciais para avaliar a segurança de adoçantes artificiais, mas também oferecem uma avaliação abrangente de seu impacto na progressão tumoral", concluem os autores da pesquisa.
Além disso, a equipe percebeu que o aspartame estava ligada a expressões de genes que faziam com que o gliobastoma se tornasse ainda mais agressivo em camundongos. Uma das hipóteses é que isso ocorra devido a alterações na metilação do RNA ao longo da via da N6-metiladenosina (importante no papel de regulação da vida das células). Os resultados foram publicados na renomada revista científica Scientific Reports.
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"Nossos resultados não apenas fornecem evidências cruciais para avaliar a segurança de adoçantes artificiais, mas também oferecem uma avaliação abrangente de seu impacto na progressão tumoral", concluem os autores da pesquisa.
Fonte: O Globo