Ezenilson Silva já foi levado para um presídio, e delegado da DEHS confirma que ele confessou e revelou todos os detalhes da chacina
A prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva pela Justiça do Amazonas, durante a audiência de custódia de Ezenilson Silva de Souza, 43, réu confesso pelos assassinatos de três pessoas, na madrugada da última segunda-feira, 17, dentro de uma residência no bairro São Jorge, Zona Oeste de Manaus.
Ezenilson invadiu o imóvel e usou um martelo para golpear e matar três das quatro pessoas que atacou, motivado por uma dívida de R$ 19 mil com agiotas que estariam fazendo ameaças de morte caso ele não pagasse o débito até aquela data.
Como o homem não conseguiu o dinheiro, tornou-se extremamente violento e, com o martelo que estava em sua bolsa, cometeu a chacina, que só foi descoberta no começo da manhã de terça-feira por um familiar de uma das vítimas, que entrou na casa e se deparou com cenas aterrorizantes.
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Inicialmente o homem parou, obedecendo os policiais, a namorada dele desceu da garupa.

Pastor Francisco das Chagas e professor da Ufam Guilherme
Pereira foram duas das vítimas fatais na chacina
A audiência de custódia foi realizada na tarde de ontem, 18, no Fórum Henock Reis e, com a conversão do flagrante em prisão preventiva, Ezenilson Silva foi conduzido a uma unidade prisional, onde ficará à disposição da Justiça do Amazonas.
As investigações continuam através da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), mas, em coletiva de imprensa, o delegado Ricardo Martins confirmou que o autor da chacina roubou um cofre, R$ 900 e três celulares.
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Flagrante delito foi convertido em prisão preventiva, e Ezenilson
já foi levado para o Sistema Penitenciário, onde ficará à
disposição da Justiça (Fotos: Divulgação)
As vítimas fatais da chacina foram o pastor Francisco das Chagas Moraes Santos, 67; a filha dele, Isabella Coelho Moraes, 29; e o professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Guilherme Pereira Lima Filho, de 66 anos.
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A única sobrevivente é a enfermeira Dilma Cilene Sampaio, de 46 anos, que chegou a ser dada como morta no início da noite da última segunda-feira, 17. Na verdade, ela continua sendo a única sobrevivente da chacina que ocorreu neste início da semana, no bairro São Jorge, Zona Oeste de Manaus.