Medicamento experimental para obesidade ainda não foi aprovado em nenhum país, mas já circula no mercado paralelo; autoridades suspeitam que produtos vendidos como retatrutida possam estar contaminados.
Autoridades de saúde da Austrália estão investigando ao menos seis casos graves de dano no fígado que podem estar associados ao uso de um produto vendido ilegalmente com o nome de retatrutida, substância ainda em fase experimental.
Segundo as informações iniciais, os pacientes teriam apresentado problemas hepáticos após o uso de versões não autorizadas do composto, que circula principalmente pela internet e não possui aprovação para comercialização ou uso clínico no país.
As autoridades sanitárias alertam que o produto não passou por avaliação de segurança, qualidade ou eficácia, e pode conter substâncias contaminadas ou adulteradas, aumentando o risco de reações graves, incluindo toxicidade no fígado.
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Os casos acenderam um alerta nacional e estão sendo investigados para identificar a origem dos produtos e possíveis pontos de distribuição. Órgãos de saúde reforçam que o uso de medicamentos não aprovados pode representar risco sério à vida e recomendam que a população evite qualquer aquisição fora de canais oficiais.
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Ainda não há confirmação de casos semelhantes em outras regiões, mas a investigação segue em andamento.