Casos atingem 13 estados e acendem alerta para riscos no contato com animais domésticos
Autoridades de saúde dos Estados Unidos investigam um novo surto de infecções por salmonella associado ao contato com aves criadas em quintais. Até o momento, pelo menos 34 pessoas foram infectadas em 13 estados, segundo dados divulgados pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças.
Os casos foram registrados entre o fim de fevereiro e o final de março, com 13 pacientes necessitando de hospitalização. As idades variam de 1 a 78 anos, sendo que mais de 40% das infecções ocorreram em crianças com menos de cinco anos.
Entre as aves envolvidas estão galinhas, patos, gansos, perus e galinhas-d’angola animais que podem transportar a bactéria mesmo sem apresentar sintomas. A investigação aponta que cerca de 80% dos infectados tiveram contato direto com essas aves, e a maioria relatou ter adquirido os animais recentemente, a partir de janeiro.
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As infecções foram confirmadas em estados como Flórida, Illinois, Indiana, Kentucky, Maryland, Maine, Michigan, Mississippi, New Hampshire, Ohio, Tennessee, Wisconsin e Virgínia Ocidental. As autoridades não descartam a possibilidade de novos registros em outras regiões.
A origem exata das aves ainda está sendo analisada, mas há indícios de que tenham sido compradas em diferentes estabelecimentos, incluindo lojas de produtos agropecuários.
Exames laboratoriais identificaram que algumas das bactérias envolvidas apresentam resistência a medicamentos utilizados no tratamento da doença, o que pode dificultar a recuperação e aumentar o risco de complicações.
O CDC também alerta que surtos desse tipo têm se tornado mais frequentes. Em 2025, um episódio semelhante infectou mais de 500 pessoas em 48 estados, com registro de hospitalizações e mortes.
PREVENÇÃO É ESSENCIAL
Crianças pequenas, idosos e pessoas com imunidade baixa são os grupos mais vulneráveis a formas graves da infecção. Como medida preventiva, especialistas recomendam lavar bem as mãos após o contato com aves ou objetos do ambiente onde vivem, além de evitar levar as mãos ao rosto ou beijar os animais.
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O alerta reforça a importância de cuidados básicos de higiene para reduzir os riscos associados à criação de aves domésticas.