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Balé Folclórico do Amazonas celebra Dia da Dança e cultura indígena
Foto: Divulgação

As apresentações aconteceram no Sarau Hall do Teatro Amazonas e no Teatro Icbeu, no Centro

O Balé Folclórico do Amazonas (BFA) fez duas apresentações especiais em comemoração ao Dia Internacional da Dança, que foi celebrado nessa terça-feira (29/04), com dois espetáculos. O primeiro aconteceu no Sarau do Hall do Teatro Amazonas, no Largo de São Sebastião, e o segundo no Teatro Icbeu, localizado na avenida Joaquim Nabuco, Centro, Zona Sul de Manaus.

 

Promovido pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, o evento busca estabelecer conexões entre pessoas, natureza e espiritualidade, reafirmando a identidade cultural dos povos indígenas, a preservação cultural e a resistência ancestral.

 

A primeira apresentação iniciou às 16h, com a nova produção coreográfica “Nhe'êng Katu”, com direção artística de Monique Andrade e concepção coreográfica de Eduardo Amaral. Já às 19h, o BFA esteve no Teatro Icbeu, também com “Nhe'êng Katu”, promovendo a arte da dança para diferentes públicos.

 

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Para o Balé Folclórico do Amazonas, o espetáculo é representativo, um convite à reflexão sobre a valorização da ancestralidade. Ao mesmo tempo que valoriza os povos indígenas, ele também celebra o Dia Internacional da Dança, enfatizando a importância da expressão artística para toda a sociedade.

 

Segundo a diretora do BFA, Monique Andrade, “Nhe'êng Katu” é uma celebração sensível e vibrante das culturas dos povos originários do Amazonas. Inspirado pela força da ancestralidade, pela riqueza da tradição oral e pela profunda conexão com a natureza, o espetáculo empresta o seu nome de uma expressão da língua Nheengatu, que, segundo os povos Guarani, significa “palavra sagrada”.

 

Uma das bailarinas e coreógrafas mais antigas do BFA é a Alessany Negreiros, de 42 anos. Ela está na companhia de balé há 18 anos e diz que sente orgulho de espalhar a arte por meio da dança.

 

Promovido pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, o evento busca estabelecer conexõesentre pessoas, natureza e espiritualidade, reafirmando a identidade cultural dos povos indígenas, a preservação cultural e a resistência ancestral.

 

Foto: Divulgação

 

A primeira apresentação iniciou às 16h, com a nova produção coreográfica “Nhe'êng Katu”, com direção artística de Monique Andrade e concepção coreográfica de Eduardo Amaral. Já às 19h, o BFA esteve no Teatro Icbeu, também com “Nhe'êng Katu”, promovendo a arte da dança para diferentes públicos.

 

Para o Balé Folclórico do Amazonas, o espetáculo é representativo, um convite à reflexão sobre a valorização da ancestralidade. Ao mesmo tempo que valoriza os povos indígenas, ele também celebra o Dia Internacional da Dança, enfatizando a importância da expressão artística para toda a sociedade.

 

Segundo a diretora do BFA, Monique Andrade, “Nhe'êng Katu” é uma celebração sensível e vibrante das culturas dos povos originários do Amazonas. Inspirado pela força da ancestralidade, pela riqueza da tradição oral e pela profunda conexão com a natureza, o espetáculo empresta o seu nome de uma expressão da língua Nheengatu, que, segundo os povos Guarani, significa “palavra sagrada”.

 

Uma das bailarinas e coreógrafas mais antigas do BFA é a Alessany Negreiros, de 42 anos. Ela está na companhia de balé há 18 anos e diz que sente orgulho de espalhar a arte por meio da dança.

 

“Para a gente falar de dança e falar dos nossos povos originários nesse Dia Internacional da Dança é muito importante, é uma celebração a eles, é uma homenagem de forma sensível e artística e poética que a gente faz a todos os povos indígenas”, finalizou.

 

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“Para a gente falar de dança e falar dos nossos povos originários nesse Dia Internacional da Dança é muito importante, é uma celebração a eles, é uma homenagem de forma sensível e artística e poética que a gente faz a todos os povos indígenas”, finalizou.

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